Abril 2010

Arquivo Mensal

Audiência pública discutirá reconhecimento de diplomas no Mercosul

Publicado por Covac Junior em 08 Abr 2010 | sob: Sem Categoria

07/04/2010
Agência Câmara

A Representação Brasileira no Parlamento do MercosulBloco econômico formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de criar um mercado comum com livre circulação de bens e serviços, adotar uma política externa comum e harmonizar legislações nacionais, tendo em vista uma maior integração. A adesão da Venezuela ao Mercosul já foi aprovada por Brasil, Argentina e Uruguai mas ainda precisa ser aprovada pelo Paraguai. Chile, Bolívia, Peru, Colômbia e Equador são países associados, ou seja, podem participar como convidados de reuniões do bloco. (Parlasul) realizará hoje audiência pública para debater o reconhecimento, pelo Brasil, de títulos acadêmicos obtidos nos demais Estados-Partes (Argentina, Uruguai e Paraguai).

Será a primeira audiência pública da representação neste ano. O evento foi proposto porque parlamentares admitem que, apesar de acordos sobre a integração educacional no Mercosul, persistem dúvidas sobre a melhor forma de aplicá-la em cada país.

Retirado do site: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=9672

Parlamentares vão sugerir medidas para validar diplomas no Mercosul.

Publicado por Covac Junior em 08 Abr 2010 | sob: Sem Categoria

08/04/2010
Agência Câmara

O presidente da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, deputado José Paulo Tóffano (PV/SP), vai sugerir que os governos do Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil elaborem uma lista dos cursos, faculdades e universidades de reconhecida qualidade. A partir dessa lista, os governos de cada país decidiriam quais diplomas seriam reconhecidos. O anúncio foi feito durante audiência sobre o tema nesta quarta feira, promovida pela representação brasileira no Parlasul.

A representação brasileira também vai pedir informações ao governo brasileiro sobre os motivos para o não reconhecimento de títulos acadêmicos adquiridos na Argentina, Uruguai e Paraguai. José Paulo Tóffano lembrou que há atualmente mais de 30 mil brasileiros com diplomas que não são aceitos no território nacional.

Acordo multilateral

Apesar de acordo assinado sobre a integração educacional, ainda existem muitas dúvidas sobre sua aplicação em cada país. Estudantes e profissionais já graduados dizem que o acordo ratificado pelo Brasil prevê a admissão automática dos títulos obtidos no exterior. Já o Ministério da Educação e o Conselho de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) garantem que o acordo estabelece pré-condições para o reconhecimento.

Leonardo Osvaldo Rosa, representante da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, que participou do debate, afirmou que o acordo prevê a possibilidade de admissão dos diplomas de outros países do Mercosul, o que é diferente do reconhecimento automático dos títulos.

” A admissão é para fins de docência e para aqueles estrangeiros que fizeram seus cursos no exterior. Um professor argentino, por exemplo, que queira vir dar aula no Brasil, que queira participar de uma banca de um concurso público, esse professor não precisaria de revalidar seu diploma.”

Segundo Leonardo Rosa, as universidades não reconhecem os diplomas porque há uma diferença muito grande entre os critérios de qualidade, de grade curricular e de carga horária.

Parceria

O procurador-geral da Capes, José Tavares, sugeriu parceira entre universidades brasileiras e estrangeiras como solução para o problema. “Currículos poderão ser harmonizados, a assimetria poderá ser reduzida e então poderia ser adotado um reconhecimento que seria quase automático. A universidade brasileira com acordo prévio de parceria convalidaria os diplomas, pois já conheceria a qualidade e a equivalência do curso que é oferecido pela universidade estrangeira.”

Retirado do site:
http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=9700

Livro digital promete democratizar acesso, defende entidade

Publicado por Covac Junior em 06 Abr 2010 | sob: Sem Categoria

EM 05/04/10.
Agência Brasil

Dados do Observatório do Livro e da Leitura indicam que pelo menos 3% dos leitores brasileiros são adeptos de mídias digitais. O número corresponde a 4,7 milhões entre os 95 milhões das pessoas que têm o hábito de ler. Segundo a entidade, a tecnologia pode representar a democratização da leitura, porém o mercado ainda mostra-se receoso.

“O livro digital pode trazer uma contribuição formidável para a sociedade na medida em que o livro se torne mais acessível às massas”, explicou o diretor do Observatório do Livro e da Leitura, Galeno Amorim durante o encerramento do 1º Congresso Internacional de do Livro Digital no Brasil, realizado em São Paulo.

Segundo ele, no Brasil 77 milhões de pessoas não têm o hábito de ler livros por razões econômicas e sociais. “É importante ressaltar que o livro digital é uma oportunidade tanto para os ricos quanto para os pobres: se por um lado vamos democratizar o livro para todas as classes, também vamos disponibilizar títulos que não estão mais disponíveis no mercado.”

Continuação no site: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=9613