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	<title>Comentários para Blog do COVAC</title>
	<link>http://blog.covac.com.br</link>
	<description>O melhor Blog do Ensino Superior Brasileiro</description>
	<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 12:41:41 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em 49 em cem vagas do ensino superior do Brasil ficam ociosas, mostra censo por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/11/27/49-em-cem-vagas-do-ensino-superior-do-brasil-ficam-ociosas-mostra-censo/#comment-90</link>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:43:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/11/27/49-em-cem-vagas-do-ensino-superior-do-brasil-ficam-ociosas-mostra-censo/#comment-90</guid>
					<description>Número de instituições de ensino superior diminui pela 1º vez em 5 anos 

colaboração para a Folha Online
da Agência Brasil 

O Censo da Educação do Ensino Superior de 2008 aponta que, pela primeira vez em cinco anos, diminuiu o número de instituições de ensino superior. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pelo Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao MEC (Ministério da Educação). 

Matrículas em cursos a distância quase dobram em um ano
Quase 75% dos universitários estudam em instituições privadas 

Em 2007, o Brasil tinha 2.281 instituições públicas e privadas de ensino superior. Já em 2008, o número caiu para 2.252 instituições. 

Apesar da queda das instituições, o número de cursos não para de aumentar desde 2002, quando havia 14.445 cursos em universidades públicas e privadas. No ano passado foram registrados 25.366 cursos, contra 23.896 em 2007. 

A maioria dos alunos matriculados em cursos superiores no país estuda no setor privado, 74,9% dos alunos estão em cursos particulares, enquanto 25,1% estudam em instituições públicas. As instituições privadas também respondem pela maioria dos cursos: 17 mil, de um total de 24 mil. 

Das 2.252 instituições de ensino superior em funcionamento no país no ano passado, 90% eram particulares e 10% públicas, incluindo universidades federais, municipais e estaduais. 

Vagas ociosas 

De acordo com o Censo, o crescimento do número de matrículas no ensino superior entre 2007 e 2008 não acompanhou a expansão das vagas. Em todo o país, foram registradas 1.479.318 vagas não preenchidas. 

As instituições privadas respondem por 98% dessas vagas. Entre 2007 e 2008, o aumento de vagas ociosas foi de 10%. Apesar de alto, ainda é menor do que o registrado no período anterior, de 13%. 

Ensino a distância 

As matrículas em cursos superiores de educação a distância cresceram 96,9% de 2007 a 2008. Ao todo, são 727.961 universitários que optaram pelo ensino superior não presencial. No ano passado, 115 instituições ofereceram cursos dessa modalidade --18 a mais do que em 2007. 

As matrículas da educação a distância já correspondem a 14% da oferta de ensino superior no país. O número também registrou aumento (58,6%), bem como as vagas ofertadas nessa modalidade (10,3%).

site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u658495.shtml</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Número de instituições de ensino superior diminui pela 1º vez em 5 anos </p>
<p>colaboração para a Folha Online<br />
da Agência Brasil </p>
<p>O Censo da Educação do Ensino Superior de 2008 aponta que, pela primeira vez em cinco anos, diminuiu o número de instituições de ensino superior. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pelo Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao MEC (Ministério da Educação). </p>
<p>Matrículas em cursos a distância quase dobram em um ano<br />
Quase 75% dos universitários estudam em instituições privadas </p>
<p>Em 2007, o Brasil tinha 2.281 instituições públicas e privadas de ensino superior. Já em 2008, o número caiu para 2.252 instituições. </p>
<p>Apesar da queda das instituições, o número de cursos não para de aumentar desde 2002, quando havia 14.445 cursos em universidades públicas e privadas. No ano passado foram registrados 25.366 cursos, contra 23.896 em 2007. </p>
<p>A maioria dos alunos matriculados em cursos superiores no país estuda no setor privado, 74,9% dos alunos estão em cursos particulares, enquanto 25,1% estudam em instituições públicas. As instituições privadas também respondem pela maioria dos cursos: 17 mil, de um total de 24 mil. </p>
<p>Das 2.252 instituições de ensino superior em funcionamento no país no ano passado, 90% eram particulares e 10% públicas, incluindo universidades federais, municipais e estaduais. </p>
<p>Vagas ociosas </p>
<p>De acordo com o Censo, o crescimento do número de matrículas no ensino superior entre 2007 e 2008 não acompanhou a expansão das vagas. Em todo o país, foram registradas 1.479.318 vagas não preenchidas. </p>
<p>As instituições privadas respondem por 98% dessas vagas. Entre 2007 e 2008, o aumento de vagas ociosas foi de 10%. Apesar de alto, ainda é menor do que o registrado no período anterior, de 13%. </p>
<p>Ensino a distância </p>
<p>As matrículas em cursos superiores de educação a distância cresceram 96,9% de 2007 a 2008. Ao todo, são 727.961 universitários que optaram pelo ensino superior não presencial. No ano passado, 115 instituições ofereceram cursos dessa modalidade &#8211;18 a mais do que em 2007. </p>
<p>As matrículas da educação a distância já correspondem a 14% da oferta de ensino superior no país. O número também registrou aumento (58,6%), bem como as vagas ofertadas nessa modalidade (10,3%).</p>
<p>site: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u658495.shtml" rel="nofollow">http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u658495.shtml</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Seminário discute papel da iniciativa privada no Ensino Superior por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/11/11/seminario-discute-papel-da-iniciativa-privada-no-ensino-superior/#comment-73</link>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:23:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/11/11/seminario-discute-papel-da-iniciativa-privada-no-ensino-superior/#comment-73</guid>
					<description>PROGRAMAÇÃO


Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal
                      SEMINÁRIO

O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO 

Data: 11 de novembro de 2009
Local: Senado Federal 
           Comissão de Educação, Cultura e Esporte 
           Anexo II, Ala Senador Alexandre Costa, Sala 15 – Plenário 
           Brasília-DF
Horário: 9h às 12h
	    13 às 15h40

09 horas
Abertura: 
Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte
Fernando Haddad, Ministro de Estado da Educação 
Gabriel Mario Rodrigues – Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior – ABMES
José Janguiê Bezerra Diniz - Presidente da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas – ABRAFI
Prof. Dr. Abib Salim Cury – Presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares – ANUP
Prof. Paulo Antônio Gomes Cardim – Presidente da Associação Nacional dos Centros Universitários – ANACEU
Hermes Ferreira Figueiredo – Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – SEMESP
	
09h20 às 10h40

1º painel: Participação no Desenvolvimento Econômico-Social Brasileiro
Palestrante 1: Rodrigo Capelato, Diretor Executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – SEMESP 
Palestrante 2: Antônio Carbonari Netto, Diretor Presidente do Grupo Anhanguera Educacional S/A
Palestrante 3: Cláudio de Moura e Castro, Articulista da Revista “Veja”

Moderador: Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte 

Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas   

10h40 às 12h

2ª Painel: Qualidade do Ensino: Diagnóstico e Propostas

Palestrante 1: Mozart Ramos, Presidente-executivo do Movimento Todos pela Educação
Palestrante 2: Guiomar Namo de Mello, Diretora da Escola Brasileira de Professores - EBRAP 
Palestrante 3: Gilberto Dimenstein, Vice-Presidente da Associação Cidade Escola Aprendiz
Moderador: Senador Sérgio Zambiasi

Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas   

12h às 14h 
Intervalo
Almoço
          
14h às 15h20

3º Painel: Avaliação, Regulação e Supervisão

Palestrante 1: Maria Paula Dallari Bucci, Secretária da Educação Superior do Ministério da Educação

Palestrante 2: Sérgio Fiuza de Mello Mendes, Vice-Reitor do Centro Universitário do Estado do Pará - Cesupa

Palestrante 3: José Roberto Covac,Consultor Jurídico do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior
                 
Moderadora: Senadora Marisa Serrano

Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas


15h20 às 16h40

4ª Painel: Perspectivas para o Futuro: Reforma ou Revolução?

Palestrante 1: Senador Cristovam Buarque, Ex Ministro da Educação
                      
Palestrante 2: Demétrio Magnoli, Integrante do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo – Gacint/USP
                      
Palestrante 3: Gustavo Ioschpe, Presidente do G7 Cinema Limitada

Moderador: Senador Flávio Arns

Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PROGRAMAÇÃO</p>
<p>Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal<br />
                      SEMINÁRIO</p>
<p>O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO </p>
<p>Data: 11 de novembro de 2009<br />
Local: Senado Federal<br />
           Comissão de Educação, Cultura e Esporte<br />
           Anexo II, Ala Senador Alexandre Costa, Sala 15 – Plenário<br />
           Brasília-DF<br />
Horário: 9h às 12h<br />
	    13 às 15h40</p>
<p>09 horas<br />
Abertura:<br />
Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte<br />
Fernando Haddad, Ministro de Estado da Educação<br />
Gabriel Mario Rodrigues – Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior – ABMES<br />
José Janguiê Bezerra Diniz - Presidente da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas – ABRAFI<br />
Prof. Dr. Abib Salim Cury – Presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares – ANUP<br />
Prof. Paulo Antônio Gomes Cardim – Presidente da Associação Nacional dos Centros Universitários – ANACEU<br />
Hermes Ferreira Figueiredo – Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – SEMESP</p>
<p>09h20 às 10h40</p>
<p>1º painel: Participação no Desenvolvimento Econômico-Social Brasileiro<br />
Palestrante 1: Rodrigo Capelato, Diretor Executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – SEMESP<br />
Palestrante 2: Antônio Carbonari Netto, Diretor Presidente do Grupo Anhanguera Educacional S/A<br />
Palestrante 3: Cláudio de Moura e Castro, Articulista da Revista “Veja”</p>
<p>Moderador: Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte </p>
<p>Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas   </p>
<p>10h40 às 12h</p>
<p>2ª Painel: Qualidade do Ensino: Diagnóstico e Propostas</p>
<p>Palestrante 1: Mozart Ramos, Presidente-executivo do Movimento Todos pela Educação<br />
Palestrante 2: Guiomar Namo de Mello, Diretora da Escola Brasileira de Professores - EBRAP<br />
Palestrante 3: Gilberto Dimenstein, Vice-Presidente da Associação Cidade Escola Aprendiz<br />
Moderador: Senador Sérgio Zambiasi</p>
<p>Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas   </p>
<p>12h às 14h<br />
Intervalo<br />
Almoço</p>
<p>14h às 15h20</p>
<p>3º Painel: Avaliação, Regulação e Supervisão</p>
<p>Palestrante 1: Maria Paula Dallari Bucci, Secretária da Educação Superior do Ministério da Educação</p>
<p>Palestrante 2: Sérgio Fiuza de Mello Mendes, Vice-Reitor do Centro Universitário do Estado do Pará - Cesupa</p>
<p>Palestrante 3: José Roberto Covac,Consultor Jurídico do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior</p>
<p>Moderadora: Senadora Marisa Serrano</p>
<p>Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas</p>
<p>15h20 às 16h40</p>
<p>4ª Painel: Perspectivas para o Futuro: Reforma ou Revolução?</p>
<p>Palestrante 1: Senador Cristovam Buarque, Ex Ministro da Educação</p>
<p>Palestrante 2: Demétrio Magnoli, Integrante do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo – Gacint/USP</p>
<p>Palestrante 3: Gustavo Ioschpe, Presidente do G7 Cinema Limitada</p>
<p>Moderador: Senador Flávio Arns</p>
<p>Debate: Aberto aos senadores e ao público para perguntas
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Seminário discute papel da iniciativa privada no Ensino Superior por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/11/11/seminario-discute-papel-da-iniciativa-privada-no-ensino-superior/#comment-72</link>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:22:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/11/11/seminario-discute-papel-da-iniciativa-privada-no-ensino-superior/#comment-72</guid>
					<description>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) promove neste momento o seminário O Papel da Iniciativa Privada no Ensino Superior: Realidade e Desafios para o Futuro. Na Mesa de abertura, presidida pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), a secretária de Ensino Superior do Ministério de Educação, Maria Paula Dallari Bucci, informou que três quartos dos estudantes brasileiros de cursos superiores estão matriculados em faculdades privadas. Ela também fez referência à cobertura do Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas para estudantes de graduação da rede privada. 

O primeiro painel do seminário trata do tema "Participação no desenvolvimento econômico-social brasileiro" e tem como mediador o presidente da CE, senador Flávio Arns (PSDB-PR). 

São expositores do primeiro painel Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de São Paulo; Antônio Carbonari Netto, diretor-presidente do Grupo Anhanguera Educacional; e Cláudio de Moura e Castro, presidente do Conselho Consultivo do Instituto Inhotim.

O segundo painel debate a "Qualidade do ensino: diagnóstico e propostas" e tem como mediador o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS). Falam aos senadores Maria Helena Guimarães e Castro, professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); João Batista Araújo Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto; e Fábio José Garcia dos Reis, diretor de Operações do Centro Universitário Salesiano de São Paulo.

O seminário continua na parte da tarde, com o tema "Avaliação, regulação e supervisão", a partir das 14h, e "Perspectivas para o futuro: Reforma ou revolução?", às 15h20, com mediação dos senadores Marisa Serrano e Romeu Tuma (PTB-SP). Entre os convidados, o senador Cristovam Buarque.

Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia= 97264&#38;codAplicativo=2</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) promove neste momento o seminário O Papel da Iniciativa Privada no Ensino Superior: Realidade e Desafios para o Futuro. Na Mesa de abertura, presidida pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), a secretária de Ensino Superior do Ministério de Educação, Maria Paula Dallari Bucci, informou que três quartos dos estudantes brasileiros de cursos superiores estão matriculados em faculdades privadas. Ela também fez referência à cobertura do Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas para estudantes de graduação da rede privada. </p>
<p>O primeiro painel do seminário trata do tema &#8220;Participação no desenvolvimento econômico-social brasileiro&#8221; e tem como mediador o presidente da CE, senador Flávio Arns (PSDB-PR). </p>
<p>São expositores do primeiro painel Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de São Paulo; Antônio Carbonari Netto, diretor-presidente do Grupo Anhanguera Educacional; e Cláudio de Moura e Castro, presidente do Conselho Consultivo do Instituto Inhotim.</p>
<p>O segundo painel debate a &#8220;Qualidade do ensino: diagnóstico e propostas&#8221; e tem como mediador o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS). Falam aos senadores Maria Helena Guimarães e Castro, professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); João Batista Araújo Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto; e Fábio José Garcia dos Reis, diretor de Operações do Centro Universitário Salesiano de São Paulo.</p>
<p>O seminário continua na parte da tarde, com o tema &#8220;Avaliação, regulação e supervisão&#8221;, a partir das 14h, e &#8220;Perspectivas para o futuro: Reforma ou revolução?&#8221;, às 15h20, com mediação dos senadores Marisa Serrano e Romeu Tuma (PTB-SP). Entre os convidados, o senador Cristovam Buarque.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=" rel="nofollow">http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=</a> 97264&amp;codAplicativo=2
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Programa Bolsa para Todos por Flavia</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/07/15/programa-bolsa-para-todos/#comment-24</link>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:04:47 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/07/15/programa-bolsa-para-todos/#comment-24</guid>
					<description>Para nós estudantes de mestrado em Economia, com linha de pesquisa em Agronegocios e Desenvolvimento Regional do Estado do Mato Grosso, quem esta sem bolsa,, aguarda por ela, pois é muito complicado estudar e trabalhar, praticamente impossivel a menos que vc seja funcionario publico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para nós estudantes de mestrado em Economia, com linha de pesquisa em Agronegocios e Desenvolvimento Regional do Estado do Mato Grosso, quem esta sem bolsa,, aguarda por ela, pois é muito complicado estudar e trabalhar, praticamente impossivel a menos que vc seja funcionario publico.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Novo ENEM por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/04/15/novo-enem/#comment-21</link>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 13:32:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/04/15/novo-enem/#comment-21</guid>
					<description>O estudante deverá encarar o Enem 2009 (Exame Nacional do Ensino Médio) como um "exame de sangue", afirmou Reynaldo Fernandes, presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) na tarde de quarta-feira (29). "A gente não entende ele, mas acredita nos seus resultados", disse. 

Ele se refere à dificuldade que os estudantes terão de entender e aferir sua nota com a nova metodologia que será usada na prova, a TRI (Teoria de Resposta ao Item).

Com a TRI, não será mais possível o estudante conferir o gabarito da prova e saber o seu resultado no mesmo dia. Ele só terá conhecimento dela quando o Inep a divulgar.

Ao contrário de uma prova tradicional, em que as questões têm valores objetivos, o novo método usa um intrincado sistema de pesos envolvendo erros e acertos. Softwares farão o cálculo da nota de cada candidato levando em consideração uma série de variáveis.

A nota levará em consideração o item que o candidato escolheu, mesmo se a alternativa não for a correta. Se ele escolher um item próximo ao correto, por exemplo, isso o ajudará, pois mostra que o candidato tem certo conhecimento da matéria.

A dificuldade das questões, aferida da quantidade de pessoas que a acertaram, também será levada em conta.

A possibilidade do acerto ao acaso, o "chute", também será considerada. Um estudante que, por exemplo, errar questões que a maior parte das pessoas acertou e acertar aquelas consideradas mais difíceis será prejudicado pelo novo sistema. Fernandes lembra aos estudantes que, de qualquer maneira, é sempre melhor responder a questão do que deixá-la em branco.

Apesar da dificuldades na explicação do novo método, Fernandes defende a aplicação da nova prova pois será possível comparar estudantes que fizeram provas diferentes.

"É uma prova difícil de calcular, mas o mundo inteiro está caminhando para isso", disse Fernandes. "Há um custo da transição, mas com o tempo vai aumentar a segurança da prova".

A prova é de ampla utilização em outros países. Um exemplo conhecido por parte dos brasileiros é Toefl, exame de proficiência em língua inglesa. O TRI é utilizado pelo Inep no Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e na Prova Brasil. O novo Enem será a primeira prova feita pelo governo em que ocorrerá uma avaliação individual pelo método.

O novo Enem terá questões mais difíceis que as dos anos anteriores e perguntas específicas de áreas do conhecimento como física e química. Ele será dividido em cinco áreas de conhecimento, além da redação. As universidades poderão utilizar esses resultados separados para a admissão da forma como bem entenderem.

Para elaborar a nova prova, o Inep tem feito uma série de pré-testes. No último mês, mais de 3.000 questões foram testadas por estudantes do segundo ano do ensino médio e do primeiro ano da faculdade de todas as cinco regiões do país.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/07/30/ult1811u352.jhtm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O estudante deverá encarar o Enem 2009 (Exame Nacional do Ensino Médio) como um &#8220;exame de sangue&#8221;, afirmou Reynaldo Fernandes, presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) na tarde de quarta-feira (29). &#8220;A gente não entende ele, mas acredita nos seus resultados&#8221;, disse. </p>
<p>Ele se refere à dificuldade que os estudantes terão de entender e aferir sua nota com a nova metodologia que será usada na prova, a TRI (Teoria de Resposta ao Item).</p>
<p>Com a TRI, não será mais possível o estudante conferir o gabarito da prova e saber o seu resultado no mesmo dia. Ele só terá conhecimento dela quando o Inep a divulgar.</p>
<p>Ao contrário de uma prova tradicional, em que as questões têm valores objetivos, o novo método usa um intrincado sistema de pesos envolvendo erros e acertos. Softwares farão o cálculo da nota de cada candidato levando em consideração uma série de variáveis.</p>
<p>A nota levará em consideração o item que o candidato escolheu, mesmo se a alternativa não for a correta. Se ele escolher um item próximo ao correto, por exemplo, isso o ajudará, pois mostra que o candidato tem certo conhecimento da matéria.</p>
<p>A dificuldade das questões, aferida da quantidade de pessoas que a acertaram, também será levada em conta.</p>
<p>A possibilidade do acerto ao acaso, o &#8220;chute&#8221;, também será considerada. Um estudante que, por exemplo, errar questões que a maior parte das pessoas acertou e acertar aquelas consideradas mais difíceis será prejudicado pelo novo sistema. Fernandes lembra aos estudantes que, de qualquer maneira, é sempre melhor responder a questão do que deixá-la em branco.</p>
<p>Apesar da dificuldades na explicação do novo método, Fernandes defende a aplicação da nova prova pois será possível comparar estudantes que fizeram provas diferentes.</p>
<p>&#8220;É uma prova difícil de calcular, mas o mundo inteiro está caminhando para isso&#8221;, disse Fernandes. &#8220;Há um custo da transição, mas com o tempo vai aumentar a segurança da prova&#8221;.</p>
<p>A prova é de ampla utilização em outros países. Um exemplo conhecido por parte dos brasileiros é Toefl, exame de proficiência em língua inglesa. O TRI é utilizado pelo Inep no Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e na Prova Brasil. O novo Enem será a primeira prova feita pelo governo em que ocorrerá uma avaliação individual pelo método.</p>
<p>O novo Enem terá questões mais difíceis que as dos anos anteriores e perguntas específicas de áreas do conhecimento como física e química. Ele será dividido em cinco áreas de conhecimento, além da redação. As universidades poderão utilizar esses resultados separados para a admissão da forma como bem entenderem.</p>
<p>Para elaborar a nova prova, o Inep tem feito uma série de pré-testes. No último mês, mais de 3.000 questões foram testadas por estudantes do segundo ano do ensino médio e do primeiro ano da faculdade de todas as cinco regiões do país.</p>
<p>Fonte: <a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/07/30/ult1811u352.jhtm" rel="nofollow">http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/07/30/ult1811u352.jhtm</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Prazo para atualização de bolsas do PROUNI - Portaria nº 417, de 27 de março de 2009 por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/04/07/prazo-para-atualizacao-de-bolsas-do-prouni-portaria-n%c2%ba-417-de-27-de-marco-de-2009/#comment-20</link>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:35:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/04/07/prazo-para-atualizacao-de-bolsas-do-prouni-portaria-n%c2%ba-417-de-27-de-marco-de-2009/#comment-20</guid>
					<description>Ficar de fora das listas de aprovados das universidades públicas não significa, necessariamente, ter de adiar os planos de fazer um curso superior. Para fugir das mensalidades altas - ou pelo menos deixá-las para depois - linhas de crédito estudantil e programas de bolsa como o Prouni podem ser as alternativas para os estudantes com poucos recursos.

O Prouni dá bolsas que cobrem metade ou todo o valor da mensalidade em faculdades particulares.

O desconto integral vale para quem tem renda familiar menor que R$ 622,15 por pessoa (R$ 2.488,60 para uma família de quatro pessoas, por exmeplo).

As bolsas de 50% são concedidas para famílias com ingressos menores que R$ 1.245 por pessoa.

Para os dois casos, é preciso ter, no mínimo, 45 no Enem 2008, nas provas objetiva e de redação. Só alunos de escolas públicas podem pedir a bolsa do Prouni.

O desconto vale para as instituições participantes do programa.

Neste primeiro semestre de 2009 foram disponibilizadas 156.416 bolsas.

FONTE: UOL Educação</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar de fora das listas de aprovados das universidades públicas não significa, necessariamente, ter de adiar os planos de fazer um curso superior. Para fugir das mensalidades altas - ou pelo menos deixá-las para depois - linhas de crédito estudantil e programas de bolsa como o Prouni podem ser as alternativas para os estudantes com poucos recursos.</p>
<p>O Prouni dá bolsas que cobrem metade ou todo o valor da mensalidade em faculdades particulares.</p>
<p>O desconto integral vale para quem tem renda familiar menor que R$ 622,15 por pessoa (R$ 2.488,60 para uma família de quatro pessoas, por exmeplo).</p>
<p>As bolsas de 50% são concedidas para famílias com ingressos menores que R$ 1.245 por pessoa.</p>
<p>Para os dois casos, é preciso ter, no mínimo, 45 no Enem 2008, nas provas objetiva e de redação. Só alunos de escolas públicas podem pedir a bolsa do Prouni.</p>
<p>O desconto vale para as instituições participantes do programa.</p>
<p>Neste primeiro semestre de 2009 foram disponibilizadas 156.416 bolsas.</p>
<p>FONTE: UOL Educação
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Novo ENEM por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/04/15/novo-enem/#comment-18</link>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:53:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/04/15/novo-enem/#comment-18</guid>
					<description>Metodologia mais moderna

O novo Enem é apresentado como uma avaliação moderna, construída segundo uma metodologia que permite identificar os alunos mais capazes não somente pelo volume de informação assimilada, mas por sua capacidade de aplicá-la, graças à utilização da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Além disso, ele se estrutura em uma matriz de referência organizada em quatro macroáreas - matemática, linguagens e códigos, ciências da natureza e ciências humanas - capaz de aferir 120 habilidades, ante as 21 da versão antiga do Enem. "O aumento define melhor cada macroárea em termos de habilidade e possibilita um aprofundamento do conhecimento do sujeito que fará a prova", explica a consultora do Inep Gisele Gama Andrade. Cada habilidade que integra a matriz será aferida pelo menos uma vez, acrescenta Gisele.

O Enem antigo contemplava somente língua portuguesa e matemática e as questões não mantinham necessariamente um vínculo com os conteúdos ministrados nas escolas; agora, a matriz foi construída a partir das Orientações Curriculares do Ensino Médio, publicadas pelo MEC em 2006. Desse modo, busca aferir a capacidade de o aluno aplicar o conhecimento, ao mesmo tempo em que incorpora conteúdos curriculares do ensino médio. 

Neste ano, serão realizadas quatro provas (uma por área) contendo 45 questões objetivas de múltipla escolha cada, durante dois dias, 3 e 4 de outubro. Os alunos também farão uma redação. A partir de 2010, deverá ser realizado duas vezes ao ano.

Fonte: REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 147</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Metodologia mais moderna</p>
<p>O novo Enem é apresentado como uma avaliação moderna, construída segundo uma metodologia que permite identificar os alunos mais capazes não somente pelo volume de informação assimilada, mas por sua capacidade de aplicá-la, graças à utilização da Teoria de Resposta ao Item (TRI).</p>
<p>Além disso, ele se estrutura em uma matriz de referência organizada em quatro macroáreas - matemática, linguagens e códigos, ciências da natureza e ciências humanas - capaz de aferir 120 habilidades, ante as 21 da versão antiga do Enem. &#8220;O aumento define melhor cada macroárea em termos de habilidade e possibilita um aprofundamento do conhecimento do sujeito que fará a prova&#8221;, explica a consultora do Inep Gisele Gama Andrade. Cada habilidade que integra a matriz será aferida pelo menos uma vez, acrescenta Gisele.</p>
<p>O Enem antigo contemplava somente língua portuguesa e matemática e as questões não mantinham necessariamente um vínculo com os conteúdos ministrados nas escolas; agora, a matriz foi construída a partir das Orientações Curriculares do Ensino Médio, publicadas pelo MEC em 2006. Desse modo, busca aferir a capacidade de o aluno aplicar o conhecimento, ao mesmo tempo em que incorpora conteúdos curriculares do ensino médio. </p>
<p>Neste ano, serão realizadas quatro provas (uma por área) contendo 45 questões objetivas de múltipla escolha cada, durante dois dias, 3 e 4 de outubro. Os alunos também farão uma redação. A partir de 2010, deverá ser realizado duas vezes ao ano.</p>
<p>Fonte: REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 147
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]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Programa Bolsa para Todos por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/07/15/programa-bolsa-para-todos/#comment-16</link>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 18:37:08 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/07/15/programa-bolsa-para-todos/#comment-16</guid>
					<description>Nada melhor do que aproveitar o período de dois a três meses de férias para se aperfeiçoar e estudar! 

Esse é um programa que irá contribuir para que as diferenças regionais referentes a cursos de pós-graduação sejam minimizadas no nosso país!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada melhor do que aproveitar o período de dois a três meses de férias para se aperfeiçoar e estudar! </p>
<p>Esse é um programa que irá contribuir para que as diferenças regionais referentes a cursos de pós-graduação sejam minimizadas no nosso país!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Curso de Jornalismo: a discução continua&#8230; por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/07/14/curso-de-jornalismo-a-discucao-continua/#comment-15</link>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:44:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/07/14/curso-de-jornalismo-a-discucao-continua/#comment-15</guid>
					<description>Não querendo tomar partido de um lado ou de outro, mas a meu ver o fim da exigência do diploma de jornalismo atende apenas aos interesses dos “donos” do meio de comunicação em detrimento da própria sociedade que deixará de ficar bem-informada.  Se qualquer pessoa puder ser jornalista, não caberá mais às instituições de ensino superior decidir quem tem de ser jornalista, quem realmente é a pessoa com preparo ético, teórico e técnico capaz de exercer essa atividade de grande relevância social...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não querendo tomar partido de um lado ou de outro, mas a meu ver o fim da exigência do diploma de jornalismo atende apenas aos interesses dos “donos” do meio de comunicação em detrimento da própria sociedade que deixará de ficar bem-informada.  Se qualquer pessoa puder ser jornalista, não caberá mais às instituições de ensino superior decidir quem tem de ser jornalista, quem realmente é a pessoa com preparo ético, teórico e técnico capaz de exercer essa atividade de grande relevância social&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Inadimplência assusta setor educacional por Thais</title>
		<link>http://blog.covac.com.br/2009/07/06/inadimplencia-assusta-setor-educacional/#comment-14</link>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:16:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.covac.com.br/2009/07/06/inadimplencia-assusta-setor-educacional/#comment-14</guid>
					<description>Em meio a essa severa crise mundial e com o desemprego assolando cada vez mais os brasileiros, devemos pensar no que pode ser feito para se permanecer no emprego ou mesmo em como se preparar para concorrer a novos empregos.  Devido ao aumento do desemprego, muitos têm procurado o ensino superior a fim de melhorar sua qualificação profissional; já os que ainda têm seu emprego, buscam melhorar o seu nível acadêmico investindo na educação superior. Para isso, nada melhor do que estudar e se especializar para enfrentar o desafio do novo e conseguir permanecer no emprego ou até mesmo conseguir um melhor emprego. O que não pode ser feito é cruzar os braços e esperar a crise passar. Enquanto os governos do mundo inteiro tentam ajustar suas economias, cabe a cada um fazer sua parte: estudar; já que crise nenhuma será capaz de retirar o conhecimento adquirido por nós, pelo contrário, podemos ver que cada dia se exige mais instrução dos funcionários e dos candidatos a um emprego...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a essa severa crise mundial e com o desemprego assolando cada vez mais os brasileiros, devemos pensar no que pode ser feito para se permanecer no emprego ou mesmo em como se preparar para concorrer a novos empregos.  Devido ao aumento do desemprego, muitos têm procurado o ensino superior a fim de melhorar sua qualificação profissional; já os que ainda têm seu emprego, buscam melhorar o seu nível acadêmico investindo na educação superior. Para isso, nada melhor do que estudar e se especializar para enfrentar o desafio do novo e conseguir permanecer no emprego ou até mesmo conseguir um melhor emprego. O que não pode ser feito é cruzar os braços e esperar a crise passar. Enquanto os governos do mundo inteiro tentam ajustar suas economias, cabe a cada um fazer sua parte: estudar; já que crise nenhuma será capaz de retirar o conhecimento adquirido por nós, pelo contrário, podemos ver que cada dia se exige mais instrução dos funcionários e dos candidatos a um emprego&#8230;
</p>
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				</item>
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